Um policial militar de Alagoas foi preso administrativamente após ser filmado cheirando cocaína nas nádegas de uma mulher, com uma arma ao lado, gerando repercussão nas redes sociais.
O vídeo, que mostra a cena de uso de drogas e conotação sexual, levou a Polícia Militar a iniciar uma investigação sobre a conduta do policial, enfatizando a gravidade da situação.
A corporação já tomou medidas disciplinares, incluindo o recolhimento do militar, e garantiu que ele terá direito ao contraditório e à ampla defesa durante a apuração dos fatos.
Um policial militar foi preso administrativamente após ser gravado em vídeo cheirando cocaína nas nádegas de uma mulher, com uma arma de fogo ao lado. A Polícia Militar de Alagoas se posicionou sobre o caso nesta sexta-feira, 21. O vídeo circula nas redes sociais pelo menos desde a última quarta-feira, 19.
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As imagens do uso de drogas e de cunho sexual foram borradas pela reportagem. A gravação mostra a mulher deitada de bruços, de blusa e calcinha, com a pistola e o coldre sobre os glúteos, enquanto o homem consome a droga e dá tapas na nádega dela. Veja abaixo:
O que disse a PM
A corporação se posicionou por meio de nota. Confira:
"A Polícia Militar de Alagoas já adotou todas as medidas cabíveis ao caso envolvendo um policial militar supostamente fazendo uso de substância ilícita e uso impróprio de uma arma de fogo.
Assim que tomou conhecimento dos fatos, o Comando-Geral determinou à Corregedoria-Geral da Corporação a aplicação do Regulamento Disciplinar para a apuração da conduta do envolvido.
O militar já se encontra recolhido administrativamente, conforme previsto no regulamento disciplinar da PM-AL, e irá responder pelos atos praticados nos termos legais.
A Polícia Militar não compactua com qualquer desvio de conduta por parte de seus integrantes e reitera que a instituição é regida por normas e regulamentos que prezam pela legalidade, pelo respeito e pela conduta irrepreensível, tanto no exercício da função quanto fora do serviço.
Destacamos que, no curso da apuração, serão assegurados ao militar envolvido o contraditório e a ampla defesa, nos termos dos direitos e garantias previstos na Constituição Federal e na legislação vigente.
Assim, a PM-AL não irá antecipar conclusões, responsabilidades ou eventuais sanções antes da conclusão dos procedimentos cabíveis. Caso surjam novas informações passíveis de divulgação, serão comunicadas à medida que houver elementos oficialmente confirmados".
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