Contextualizando

Uma proposta para reformular o transporte coletivo na Grande Maceió

Em 22 de Agosto de 2026 às 07:00

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério das Cidades elaboraram um estudo que prevê cinco projetos prioritários Maceió, com investimentos entre R$ 1,4 bilhão e R$ 2,08 bilhões, reforçando a mobilidade urbana, a partir da identificação de gargalos nas principais capitais brasileiras.

É o que revela a jornalista Lara Morais, no portal "Investndo Por Aí".

A proposta prevê a expansão de aproximadamente 42 quilômetros da rede de transporte coletivo nos municípios de Maceió, Rio Largo e Satuba, região que concentra 83% da população metropolitana.

Os projetos prioritários: implantação do BRT da Avenida Fernandes Lima até o Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, a implantação do corredor da Avenida Menino Marcelo, o corredor da Avenida Josefa de Melo e um sistema na Avenida Gustavo Paiva - BRT ou Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Além da ocupação urbana atual, foi avaliada a projeção de demanda pelos próximos 30 anos, os fluxos de deslocamento na região, a integração entre os diferentes modais de transporte e o potencial de redução de emissão de gases ligados ao efeito estufa.

Jessica Lima, professora da Universidade Federal de Alagoas e doutora em Engenharia de Transportes e Gestão das Infraestruturas Urbanas, entende que Maceió enfrenta alguns desafios para executar esses planejamentos, ainda em estudos e sem data para execução:

“O transporte é um indutor de equidade, ele é essencial para que todos os outros serviços possam funcionar de forma adequada. O fato de um transporte funcionar bem faz com que todo o resto da economia possa funcionar melhor também. Então todo mundo deveria querer um transporte público de qualidade a um preço módico ou gratuito, no caso financiado publicamente por todos, já que todos se beneficiam dele”.

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