Obra com banana e fita adesiva avaliada em R$ 34 milhões é roubada novamente

Publicado em 01/06/2026, às 08h54
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Por Extra Online

Uma obra de arte avaliada em R$ 34 milhões, composta por uma banana colada com fita adesiva, foi roubada do Museu Pompidou-Metz, na França, no último sábado, mas a equipe do museu rapidamente a substituiu, já que a fruta é trocada a cada três dias.

Este não é o primeiro incidente envolvendo a obra do artista Maurizio Cattelan; em julho, um visitante comeu a banana, levando a equipe a substituí-la imediatamente, sem ações legais na ocasião.

Diferentemente do incidente anterior, o museu decidiu registrar uma queixa-crime devido ao roubo, uma vez que o autor permanece desconhecido e não há possibilidade de diálogo com o culpado.

Resumo gerado por IA

Uma obra de arte inusitada e avaliada em R$ 34 milhões — uma banana colada com fita adesiva na parede — foi roubada novamente, no último sábado (30/5).

A fruta, que faz parte da provocativa exposição "Comediante", foi retirada do seu local de exposição no Museu Pompidou-Metz, no leste da França.

Mas não houve motivo para pânico, pois a equipe do museu rapidamente substituiu a fruta. A banana, na verdade, é trocada rotineiramente a cada três dias, pois é projetada para ser perecível.

Um segurança percebeu que a banana havia sido descolada no domingo, o que levou os responsáveis ​​pelo museu a registrar o roubo na polícia, de acordo com o "Sun".

Este não foi o primeiro incidente envolvendo a banana mais famosa do mundo, integrante de uma obra de arte assinada pelo italiano Maurizio Cattelan. Em julho passado, um visitante comeu a banana enquanto ela estava em exibição.

Os seguranças intervieram rapidamente e colocaram uma substituta. Eles teriam comprado uma nova banana de um vendedor de rua.

Cattelan disse à época que havia ficado desapontado com o fato de o visitante faminto ter consumido apenas a banana e não a fita adesiva. O museu, que é uma filial do famoso Centro Pompidou, de Paris, não entrou com uma ação judicial sobre o incidente.

Desta vez, porém, os chefes decidiram apresentar uma queixa-crime porque o culpado permanece desconhecido e "não há possibilidade de diálogo".

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