Passageira é agredida por motociclista após reclamar de capacete irregular

Publicado em 06/05/2026, às 15h12
Reprodução/TV Globo
Reprodução/TV Globo

Por Terra

Uma passageira foi agredida por um motociclista de aplicativo no Rio de Janeiro após reclamar da falta da viseira do capacete que lhe foi entregue, resultando em hematomas e um galo na cabeça.

Ana Cristina Durão Nunes, de 51 anos, estava saindo do Shopping da Gávea e, ao ser informada sobre a ausência da viseira, foi forçada a descer da moto e agredida pelo condutor.

A empresa 99 repudiou o ato, bloqueou permanentemente a conta do motorista e está oferecendo suporte à vítima, incluindo atendimento psicológico e auxílio para despesas médicas, enquanto colabora com as autoridades na investigação.

Resumo gerado por IA

Uma passageira foi agredida por um motociclista de aplicativo, na noite da última sexta-feira, 29, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O caso teria ocorrido após Ana Cristina Durão Nunes, de 51 anos, apontar que o capacete que lhe foi entregue pelo condutor estava sem a viseira. As informações são da TV Globo.

Segundo a emissora, Ana estava saindo do Shopping da Gávea com destino à Tijuca e pediu a corrida pelo aplicativo da 99. Quando o motorista chegou, ela embarcou no veículo, mas próximo ao Jardim Botânico percebeu a falta da viseira.

Ao ser comunicado, o motociclista parou a moto, mandou a mulher descer e tirar o capacete, momento em que passou a agredi-la na cabeça com o item. A passageira ficou com hematomas pela face, além de um galo, e passou por atendimento no Hospital Municipal Miguel Couto. 

Depois, ela passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) da cidade. Ao Terra, a Polícia Civil informou que o caso foi registrado na 15ª DP (Gávea), onde a vítima foi ouvida, e será encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim). 

À reportagem, a 99 lamentou o ocorrido e destacou que possuem tolerância zero para comportamentos ofensivos, atitudes agressivas e quaisquer outras formas de violência, especialmente contra mulheres. Ainda segundo a empresa, o motorista teve sua conta bloqueada permanentemente. 

"Uma equipe busca contato com a passageira para acolhimento e orientação sobre o acionamento do seguro, que inclui atendimento psicológico e auxílio para despesas médicas. A empresa segue à disposição para colaborar com as autoridades, se necessário", finaliza.

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