A pesca de tainha na modalidade arrasto de praia será suspensa a partir de domingo, devido ao país ter atingido 90% da cota autorizada para a temporada de 2026, estabelecida em 8.168 toneladas.
A decisão do Ministério da Pesca e Aquicultura visa prevenir o excedente da cota de captura e foi baseada em dados do Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha.
Os barcos em atividade devem desembarcar o pescado em até 24 horas, e após esse período, os pescadores poderão voltar a pescar outras espécies, conforme as orientações do ministério.
O Ministério da Pesca e Aquicultura informou que a pesca de tainha (Mugil liza), na modalidade arrasto de praia, deve ser suspensa a partir deste domingo (7).
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De acordo com o ministério, a medida é necessária após o país atingir o limite coletivo de 90% da cota autorizada para a temporada de pesca de 2026.
A cota de 8.168 toneladas foi definida em uma portaria conjunta entre os ministérios da Pesca e do Meio Ambiente.
“A medida possui caráter preventivo e tem por objetivo evitar o excedente da cota de captura estabelecida para a modalidade”, informou a pasta.
Conforme as orientações do ministério, os barcos que estão no mar devem realizar o desembarque do pescado no prazo de 24 horas após a captura.
Após o período, os pescadores poderão retomar a pesca das demais espécies. O procedimento adotado pelo ministério foi consolidado a partir de informações que constam no Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha.
Por terminação de lei, empresas pesqueiras devem reportar ao governo a quantidade de pescado que foi retirada do mar.
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