As instituições competentes, a começar do Congresso Nacional, deveriam tomar alguma posição enérgica diante do que acontece com as pesquisas eleitorais.
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A cada ano os absurdos se sucedem de forma cada vez mais grave e pioram bastante quando entramos em período eleitoral, como neste 2026.
Há de se reconhecer que embora raros ainda existem institutos de pesquisa com credibilidade e quem é do meio sabe distinguir - quem não é, como o eleitor mediano, termina comprando gato por lebre.
Ou seja, sendo ludibriado na sua boa fé, que por ela visa escolher o candidato com mais chances de ser eleito, e participando involuntariamente de uma farsa.
As fraudes mais comuns numa pesquisa vão desde o uso de metodologia inadequada à exclusão de nomes de candidatos, sonegação da informação de qual região está incluída no levantamento, divulgação ilegal do resultado apurado, questionário com perguntas tendenciosas e etc...
As punições previstas para dirigentes de institutos de pesquisas, para quem as encomendou e para os candidatos beneficiados por resultados fraudulentos são insignificantes.
O que transforma casos de polícia concretos em episódios de impunidade.
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