Karen Aparecida Ferreira Rosa, de 44 anos, foi estrangulada e morta em Cataguases, Minas Gerais, deixando sete filhos e seis netos, com a bebê de um ano ainda mamando em seu peito no momento da descoberta do crime.
O principal suspeito, João Vitor Silva Coleta da Matta, de 41 anos, tinha um relacionamento de seis anos com a vítima e era conhecido por agredi-la frequentemente, segundo testemunhas que relataram uma ligação dele após o crime, onde admitiu ter cometido um erro grave.
Matta foi preso logo após o crime e confessou sua participação, sendo encaminhado à Delegacia de Cataguases, onde o caso é tratado como feminicídio e a polícia realiza investigações adicionais para esclarecer os detalhes do ocorrido.
Karen Aparecida Ferreira Rosa, de 44 anos, foi estrangulada e morta na madrugada do último domingo, 5, em Cataguases, na Zona da Mata de Minas Gerais. A mulher, que tinha sete filhos e seis netos, foi encontrada já sem vida e com a bebê de 1 ano ainda mamando em seu peito.
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O suspeito do crime é João Vitor Silva Coleta da Matta, de 41, com quem ela tinha um relacionamento há pelo menos seis anos, conforme apurado pelo Terra. À reportagem, a Polícia Militar informou que quando chegou ao imóvel onde a vítima morava, no bairro Bom Pastor, a encontrou caída no chão e com a filha sobre ela.
Além da bebê, um menino de 2 anos foi encontrado em um dos quartos da casa. Ambos eram filhos do casal. Ainda segundo a corporação, eles foram acolhidos por parentes de Karen.
De acordo com o relato de testemunhas à PM, o suspeito fez uma ligação para familiares logo após o crime, afirmando que havia cometido um erro grave. Ele fugiu pouco depois. As autoridades afirmam ainda que relatos apontam que Matta agredia a esposa com frequência.
Pouco depois do crime, agentes conseguiram localizá-lo e o prenderam. Inicialmente, ele confessou o crime aos militares. Matta foi encaminhado para a Delegacia de Cataguases, onde a prisão em flagrante foi ratificada. Em nota, a Polícia Civil informou que o caso é investigado como feminicídio e que a perícia tecnica esteve no local do crime para levantar mais informações que ajudem a esclarecer o ocorrido.
A reportagem não localizou a defesa do suspeito até o momento.