A jornalista Érika Leal, de 47 anos, faleceu após complicações de um acidente doméstico que a deixou em coma por cerca de dois meses, conforme anunciado pela Record Brasília.
Ela sofreu queimaduras ao se aproximar de uma fogueira durante uma festa junina e estava internada desde 30 de maio, com sua última aparição na televisão ocorrendo em 27 de maio.
Érika, que trabalhou na Record desde 2019 e teve uma carreira significativa em diversas mídias, recebeu homenagens de colegas e telespectadores, que ressaltaram sua dedicação e profissionalismo.
A jornalista Érika Leal, repórter da Record Brasília e apresentadora do programa Interesse Público, da TV Justiça, morreu nesta terça-feira (7), aos 47 anos. A informação foi confirmada pela emissora por meio de uma nota publicada nas redes sociais.
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Ela estava internada desde o dia 30 de maio no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em Brasília, após sofrer um acidente doméstico que a deixou em coma por cerca de dois meses.
Segundo relatos de amigos e familiares publicados nas redes sociais, Érika sofreu queimaduras ao se aproximar de uma fogueira durante uma festa junina. A Record informou apenas que a jornalista estava hospitalizada em decorrência de um acidente doméstico, sem divulgar mais detalhes sobre esse acidente.
Integrante da equipe da Record Brasília desde 2019, Érika ganhou projeção nacional ao participar de coberturas de temas políticos, econômicos e culturais.
Na emissora, também se destacou pela produção de reportagens locais e pela condução do Interesse Público, programa produzido pelo Ministério Público Federal e exibido pela TV Justiça. Sua última participação na televisão ocorreu em 27 de maio, poucos dias antes da internação.
Natural de Goiás, Érika Leal era formada em jornalismo pela UFG (Universidade Federal de Goiás) e mestre em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, em Londres. Ao longo da carreira, acumulou experiências em televisão, rádio, internet, jornais, revistas e assessoria de imprensa.
Antes da Record, trabalhou por sete anos no Grupo Bandeirantes, onde atuou como repórter e editora de texto nas editorias de política e cultura, além de integrar as equipes do Jornal de Brasília, Tribuna do Brasil e Rádio CBN.
Nas redes sociais, a jornalista, que acumulava pouco mais de 5.000 seguidores, costumava compartilhar bastidores da TV e momentos ao lado da família e das filhas, Jaqueline, 19, e Jéssica, 17.
A morte da profissional provocou manifestações de pesar entre colegas de profissão, amigos e telespectadores, que destacaram sua dedicação ao jornalismo e a forma respeitosa com que conduzia entrevistas e reportagens ao longo de sua trajetória profissional.
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