Futebol Internacional

Relação conturbada: Nike já proibiu Neymar de rasgar meias em jogos da Copa

UOL | 01/06/21 - 11h57 - Atualizado em 01/06/21 - 11h57
Reprodução Twitter

A relação entre Neymar e Nike, que hoje vivem disputa pública, já era acidentada em 2018. Na última Copa do Mundo, na Rússia, a marca proibiu o camisa 10 da seleção brasileira de continuar rasgando seus meiões de forma proposital antes dos jogos.

Na ocasião, ele entrou em campo em duas partidas da fase de grupos (contra Suíça e Costa Rica) com os meiões rasgados por Neymar por conta própria. A Nike avaliou a iniciativa como pejorativa, mandou representantes conversar com o estafe do jogador e colocar um fim naquilo.

O jogador chegou a argumentar publicamente que os buracos feitos na região da panturrilha ajudavam a diminuir a pressão e evitar cãibras, algo que a Nike dizia não fazer sentido. A partir da terceira partida da fase de grupos da Copa, Neymar jogou contra a Sérvia sem nenhum rasgo nos meiões.

Atualmente, marca e jogador vivem litígio. Segundo informação do jornal Wall Street Journal que o UOL Esporte confirmou, a Nike rompeu contrato de patrocínio a Neymar em 2019 após o atleta ser acusado de abuso sexual por uma funcionária da empresa. Ele teria se recusado a colaborar na investigação interna do caso, o que motivaria o fim da parceria. Neymar acusou a Nike de mentir e nega as acusações.

No sábado (29), após treinar com a seleção brasileira, o jogador publicou fotografia nas redes sociais em que cobria o logotipo da Nike com emojis. "Que nada e ninguém tire o meu sorriso", escreveu como legenda.

Em meio a mais um escândalo, Neymar está treinando com a seleção brasileira antes de jogos pelas Eliminatórias para a Copa de 2022 e a disputa da Copa América. A briga entre jogador e marca preocupa a CBF, que afinal tem a Nike como fornecedora esportiva.