Rico Melquiades aponta perseguição a influenciadores após prisão de Deolane

Publicado em 21/05/2026, às 21h25
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Por CNN Brasil

Rico Melquiades expressou sua indignação nas redes sociais após a prisão de Deolane Bezerra, criticando a inversão de valores na sociedade, onde influenciadores são vistos como criminosos e verdadeiros bandidos são considerados honestos.

Deolane foi detida pela Operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, e sua prisão ocorreu logo após seu retorno ao Brasil, onde foi incluída na lista da Difusão Vermelha da Interpol.

Além de Deolane, Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, também foi preso, e as investigações envolvem familiares dele e um operador financeiro do esquema, indicando a profundidade da operação contra a facção criminosa.

Resumo gerado por IA

O influenciador Rico Melquiades, 33, fez um desabafo nas redes sociais após a prisão de Deolane Bezerra, 38, nesta quinta-feira (21). O campeão de "A Fazenda" usou o Instagram para lamentar que a empresária tenha sido acordada com a polícia durante a manhã.

“Cada dia que passa dá mais vergonha ser brasileiro. Hoje em dia, os papéis foram invertidos, os influenciadores que são os criminosos. E os criminosos e bandidos de verdade são [considerados] pessoas honestas e de família”, disparou ele, nos stories.

“Quem realmente deve ser preso e ser acordado de manhã com a polícia na porta, não é. Mas hoje em dia os influenciadores são todos presos, são todos criminosos, bandidos”, detonou.

Prisão de Deolane Bezerra

A ex-participante de "A Fazenda" foi presa pela Operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital), a principal facção de São Paulo.

Segundo informações apuradas pela CNN Brasil, na última semana, a influenciadora, que estava em Roma, na Itália, foi incluída na lista da Difusão Vermelha da Interpol, mas ela retornou ao Brasil na última quarta-feira (20).

Assim como Deolane, também foi preso Marco Herbas Camacho (Marcola), e são investigados um irmão e dois sobrinhos do homem apontado como número 1 da facção. Além deles, um dos investigados seria operador financeiro do esquema, identificado como Everton de Souza, vulgo "Player".

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