Suspeito de dar golpe de R$ 80 mil em atletas de escolinha de futebol é preso em Maceió

Publicado em 15/07/2026, às 15h41
Imagem meramente ilustrativa - Foto: Arquivo TNH1
Imagem meramente ilustrativa - Foto: Arquivo TNH1

Por Redação

Um homem de 41 anos foi preso em Maceió, suspeito de aplicar um golpe de R$ 80 mil contra atletas de uma escolinha de futebol, ao se passar por proprietário de uma agência de turismo que organizaria a hospedagem para um torneio em Salvador.

As vítimas pagaram pelos serviços, mas ao chegarem ao destino, descobriram que não havia reservas. A investigação revelou que o suspeito usava um CNPJ falso e não possuía uma agência de turismo em funcionamento.

Este não é o primeiro crime do investigado, que já havia sido indiciado e preso em agosto do ano passado por outro esquema de estelionato, causando prejuízo de cerca de R$ 700 mil. A prisão preventiva foi autorizada pelo Judiciário e cumprida com apoio da Polícia Civil de Alagoas.

Resumo gerado por IA

Um homem de 41 anos foi preso nesta terça-feira (14), em Maceió, suspeito de aplicar um golpe de aproximadamente R$ 80 mil contra atletas de uma escolinha de futebol e seus familiares. A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Sergipe, com apoio da Polícia Civil de Alagoas, durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva.

Segundo a polícia, a investigação foi iniciada em janeiro de 2026, após diversas vítimas procurarem a Polícia Civil para relatar que haviam sido vítimas de estelionato. Segundo as apurações, o investigado se apresentava como proprietário de uma agência de turismo e foi contratado para organizar a hospedagem de uma delegação formada por 39 atletas juvenis e seus respectivos responsáveis, que participariam de um torneio de futebol em Salvador (BA).

As vítimas teriam efetuado o pagamento integral pelos serviços. No entanto, ao chegarem ao destino, em dezembro de 2025, constataram que não havia qualquer reserva em seus nomes.

Durante as investigações, a polícia verificou que o investigado não possuía agência de turismo em funcionamento e utilizava um CNPJ falso para conferir aparência de legalidade às negociações e convencer as vítimas a realizar os pagamentos.

As diligências também apontaram que esta não foi a primeira atuação criminosa atribuída ao investigado. Em agosto do ano passado, ele já havia sido indiciado e preso pela própria DDCP por outro esquema de estelionato que causou prejuízo estimado em cerca de R$ 700 mil a diversas vítimas.

Com o avanço das investigações sobre o novo caso, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado. A medida foi deferida pelo Poder Judiciário e cumprida na capital alagoana com apoio da Polícia Civil de Alagoas.

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