Vídeo: mulher é presa por gravar tortura de animais e lucrar com vídeos online

Publicado em 28/05/2026, às 15h22
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Por CNN Brasil

Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa em São Paulo por gravar e vender tortura de animais em redes sociais, após denúncia de uma ONG da Bulgária. A mulher comercializava esses conteúdos na Europa, recebendo entre 20 e 50 euros por vídeo.

As investigações revelaram que Daiana utilizava tatuagens e marcas nas pernas para ser identificada, e um mandado de prisão já havia sido expedido. Durante a detenção, ela confessou os crimes, mas alegou que o material era antigo e se recusou a informar sobre a localização dos animais.

A polícia encontrou sapatos usados nas sessões de tortura em sua residência, e Daiana enfrentará acusações de maus-tratos e zoosadismo. O Discord, onde os vídeos eram vendidos, reafirmou seu compromisso com a proibição de conteúdos abusivos e a defesa da fiscalização rigorosa.

Resumo gerado por IA

Uma mulher, identificada como Daiana Schuinsekel de Almeida, foi presa na Bela Vista, região Central de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (28), por gravar a tortura de animais e comercializar em uma rede social.

De acordo com as investigações, a denúncia foi feita por uma ONG da Bulgária, que denunciou que a mulher gravava torturas a coelhos e pintinhos. Segundo fontes da Polícia Civil, ela vendia esses conteúdos na Europa por quantias que variavam entre 20 e 50 euros no Discord e em plataformas semelhantes.

A CNN Brasil apurou que a mulher foi presa após ser identificada por uma tatuagem e marcas nas pernas. Segundo as investigações, um mandado judicial pedindo a prisão dela já havia sido expedido.

No momento em que Daiana foi detida, ela confessou os crimes, mas afirmou se tratar de um conteúdo antigo. Questionada pelos policiais a respeito do local em que os animais estavam, a mulher afirmou que preferia ficar calada.

Na casa da mulher, foram localizados os sapatos utilizados para as sessões de tortura, segundo a polícia. Veja:

As gravações mostram Daiane nua, enquanto pisa nos animais, geralmente filhotes, com saltos altos e tênis de plataformas. A CNN Brasil não vai divulgar o conteúdo por se tratarem de imagens sensíveis.

A empresária responderá pelos crimes de maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência. A prisão foi realizada pela 3ª delegacia do DPPC (Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente).

Em nota, o Discord afirmou que mantém políticas rigorosas que proíbem o abuso de animais e outros conteúdos prejudiciais, por meio de sistemas robustos de fiscalização e moderação.

A defesa de Daiane não foi localizada pela reportagem. O espaço segue aberto.

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