A Starbucks está retomando sua expansão no Brasil, planejando abrir 30 novas lojas até o final de 2026. Este movimento surge após dificuldades enfrentadas com a antiga operadora SouthRock, que entrou em recuperação judicial.
Com a gestão transferida para a Zamp, responsável também pelo Burger King no país, a Starbucks visa um crescimento significativo no mercado brasileiro. A rede de cafeterias é originária de Seattle, nos Estados Unidos.
A expansão focará principalmente na região metropolitana de São Paulo, onde estão previstas 13 novas aberturas até setembro, em bairros como Jardins, Consolação, Itaim Bibi, Pinheiros e Moema. Atualmente, a rede opera 113 cafeterias no Brasil e busca redefinir o conceito de suas lojas como espaços favoráveis ao convívio social e trabalhos, incluindo salas de reunião em algumas unidades.
Concorrência
A retomada do crescimento da Starbucks faz parte de uma estratégia global sob a liderança do CEO Brian Niccol, que busca resgatar a identidade original da marca. Isso inclui a promoção de um ambiente acolhedor nas cafeterias e destaque para a hospitalidade dos baristas.
Paralelamente, a marca enfrenta concorrência com a expansão da Juan Valdez no Brasil, trazendo um novo desafio ao mercado local de cafeterias.
Metas ambiciosas
A Starbucks tem planos de expandir ainda mais sua presença no Brasil, com uma meta de operar um total de 300 lojas nos próximos sete anos, concentrando-se em unidades dentro de shoppings. Este crescimento visa não só aumentar a visibilidade da marca, mas também reposicionar suas lojas como locais ideais.
Até o momento, a Starbucks permanece firme em seu compromisso com o mercado brasileiro e segue em frente com sua estratégia de crescimento.





