A falta de gols virou um problema crônico no Vasco e a diretoria se prepara para investir pesado novamente no ataque, informou o ge. A situação se agravou em 2026, com a saída dos dois principais artilheiros do ano passado: Vegetti e Rayan, que juntos marcaram 47 gols em 2025.
Desde que assumiu o controle da SAF, Pedrinho investiu pesado no setor ofensivo, mas os resultados frustraram. Foram quase 200 milhões de reais aplicados em 12 jogadores para o ataque nos últimos dois anos, com poucos casos de sucesso. O último nome da lista, Facundo Colidio, estreou como titular na derrota por 3 a 0 para o Santos.
Em 2024, chegaram Maxime Domínguez (12,4 milhões de reais), Jean David (8 milhões), Emerson Rodríguez (por empréstimo) e Alex Teixeira (sem custos), mas nenhum deles teve destaque. Na primeira janela de 2025, o clube gastou 7,5 milhões de euros (cerca de 45,6 milhões de reais) em Garré, Nuno Moreira e Loide Augusto. Apenas Nuno se firmou como titular absoluto.
Outras contratações milionárias
No segundo semestre de 2025, a diretoria trouxe Andrés Gómez por empréstimo e exerceu a opção de compra no início de 2026 por 4,5 milhões de euros. O colombiano é o maior sucesso entre as contratações, mas tem a finalização como ponto fraco.
Para 2026, o Vasco investiu novamente em Brenner (30,1 milhões de reais), Marino Hinestroza (26 milhões) e Spinelli (10,2 milhões), mas nenhum dos três se consolidou como titular no primeiro semestre. A crise ofensiva se agravou com a saída de Vegetti e Rayan, e a diretoria busca novas opções para tentar resolver o problema, conforme apurou o ge.
A equipe tem até o fim da janela para encontrar um atacante que possa mudar o cenário e evitar que o time continue com o pior ataque da competição. A torcida cobra resultados, e a pressão sobre a diretoria aumenta a cada jogo sem gols.





