Uma campanha mal-sucedida em uma Copa do Mundo pode colocar contratos em risco, dada a magnitude do torneio e a forte cobrança da torcida pelo título. Todavia, essa não parece ser uma preocupação que aflige Carlo Ancelotti.
Afinal, apesar da eliminação da Seleção Brasileira diante da Noruega no último domingo (5) já ter motivado movimentações dos bastidores, o cargo do técnico italiano permanecerá intacto até o próximo Mundial.
Isso porque a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) renovou o contrato de Ancelotti ainda em maio deste ano, um mês antes do início da atual edição do torneio, e garantiu o vínculo com o técnico até a Copa de 2030.
Na ocasião, o presidente da entidade, Samir Xaud, defendeu a renovação contratual, classificando-a como um passo estratégico para consolidar a estrutura técnica da Seleção. Para ele, a extensão do vínculo daria a segurança necessária para fortalecer o planejamento da equipe.
Em coletiva de imprensa após o revés contra a Noruega, Ancelotti rechaçou a ideia de que o resultado decretasse o término de sua trajetória, definindo o atual cenário como o ponto de partida de um novo ciclo.
Ancelotti se manifesta sobre eliminação da Seleção
Um dia após a eliminação do Brasil, Ancelotti recorreu às redes sociais para dialogar com a torcida. Em sua publicação, o comandante reconheceu a dor do resultado negativo, mas também aproveitou a ocasião para blindar as estruturas.
De acordo com o treinador, o tropeço não destrói o planejamento. O trabalho seguirá em frente sem interrupções, com a promessa de foco total na preparação da equipe para os desafios dos próximos anos.
Até o momento, Ancelotti soma 17 partidas no comando do Brasil, com um retrospecto de 10 vitórias, três empates e quatro derrotas. No torneio mundial, o desempenho contabilizou três triunfos, um empate e uma única derrota, sendo ela a que culminou em sua eliminação.





