O Santos tem um nome na mira: o meia Lima, emprestado pelo Fluminense ao América do México. O jogador interessa, mas a diretoria esbarra em um obstáculo de 12 milhões de reais. É o valor da dívida com o Mônaco, que gerou um transfer ban imposto pela Fifa e impede o clube de registrar novos atletas.
A diretoria, porém, não pretende pagar o montante agora. Segundo o portal Terra, o entendimento é que o desembolso comprometeria o caixa e colocaria em risco o pagamento de salários e outras contas. A estratégia é clara: só quitarão a pendência se o reforço em questão tiver condições de ser titular. Lima, que perdeu espaço no México, é visto como essa peça.

Lima no América
O meia chegou ao América em fevereiro por empréstimo, com contrato até o fim do ano e opção de compra. Mas disputou apenas quatro partidas e está fora dos planos da equipe. O cenário abre espaço para uma negociação com o Santos, que vê no jogador uma oportunidade de custo-benefício.
Paralelamente, outra negociação esfriou. O lateral Gastón Martirena, do Racing, chegaria em troca com o zagueiro Adonis Frías. Mas o Atlas, do México, apresentou proposta por Frías, e a tendência é que o negócio com o Santos não avance.
Santos segue no mercado
Enquanto isso, o Peixe segue no mercado, mas sem pressa para gastar. A prioridade é equilibrar as contas e não repetir erros do passado. O transfer ban é um problema, mas a diretoria acredita que pode resolvê-lo a tempo de inscrever Lima ou outro nome que surja até o fim da janela.
O tempo corre, mas a cautela financeira fala mais alto. A torcida cobra reforços, mas a diretoria preferiria errar por excesso de cuidado do que por falta de planejamento.





