Um raro fenômeno atmosférico surpreendeu internautas ao iluminar o céu de Château de Beynac, na França, recentemente. Os sprites, raios vermelhos que se estendem para a atmosfera após tempestades, intrigam cientistas e leigos por sua beleza e mistério.

A captura dessas descargas elétricas, que se movem na direção inversa dos relâmpagos comuns, ajuda a compreender melhor os complexos fenômenos atmosféricos conhecidos como Eventos Luminosos Transientes (TLEs).
Relâmpagos ao contrário
Os sprites, também chamados de relâmpagos vermelhos, ocorrem acima das tempestades, a altitudes entre 45 e 90 quilômetros. Esses fenômenos criam formas luminosas parecidas com águas-vivas no céu. Apesar da aparência, eles não têm conexão com o oceano, uma comparação que gerou confusão entre internautas.
A natureza efêmera dos sprites – que duram apenas alguns milissegundos – torna sua captura um desafio técnico e sortudo para fotógrafos.
Captura de fenômenos raros
A captura de sprites reforça a complexidade em registrar TLEs. Especialistas destacam que tal registro exige condições ideais, como tempestades elétricas intensas e céus limpos.
Além dos sprites, eventos como os ELVEs – círculos avermelhados que aparecem na ionosfera – também fascinam a comunidade científica. Esses registros têm importância crucial para entender a dinâmica elétrica da atmosfera.
O aumento na frequência de registros de TLEs está preenchendo lacunas no conhecimento científico sobre esses fenômenos e sua relação com tempestades intensas.




