A Petrobras anunciou um aumento no preço da gasolina vendida às distribuidoras, após dois anos de estabilidade. A partir desta sexta-feira, dia 29 de maio, o preço passará a ser R$ 0,48 por litro mais caro. Contudo, uma subvenção econômica do governo limitará o aumento efetivo a apenas R$ 0,04 por litro. Isso visa minimizar o impacto sobre os consumidores.
O ajuste ocorre em meio ao aumento nos preços do petróleo no mercado internacional, influenciados por tensões geopolíticas como a guerra no Irã. A Petrobras justificou a necessidade de alinhamento com o mercado global, já que antes do reajuste, a gasolina brasileira estava 55% abaixo dos preços internacionais.
A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) destacou que essa diferença representava uma defasagem de R$ 1,37 por litro.
Impacto para o consumidor final
Apesar do reajuste, o impacto nos postos de combustíveis será limitado. A gasolina C, uma mistura de 70% de gasolina A com 30% de etanol, terá um aumento máximo de R$ 0,03 por litro nas bombas.
Isso reflete a estratégia contínua de proteger o consumidor de aumentos significativos nos preços de combustíveis.
Preços competitivos
Mesmo com o aumento, o preço da gasolina na Petrobras ainda será 27,6% inferior ao praticado em dezembro de 2022. Essa política, juntamente com os ajustes necessários do mercado, visa manter a competitividade interna ao mesmo tempo que atende às demandas do mercado global.
A Petrobras afirma que continuará monitorando a situação global para ajustar seus preços quando necessário.
Diante das flutuações do mercado global, a Petrobras seguirá atenta a possíveis novos ajustes. Os próximos meses serão cruciais para avaliar o impacto real das mudanças nos custos de transporte e no orçamento familiar.





