Os aposentados e beneficiários de auxílios têm um motivo para comemorar: está previsto um novo reajuste nos valores recebidos, que promete trazer um alívio frente à inflação. A dúvida agora é: quanto cada benefício terá de acréscimo a partir de outubro?
Na Argentina, o cenário é mais concreto. O Banco Central do país estimou que a inflação de agosto possa chegar a 2,1%, e o cálculo do reajuste das aposentadorias e pensões segue a inflação registrada dois meses antes.
O que muda nos valores
Caso a projeção se confirme, a Administração Nacional de Segurança Social (ANSES) aplicará um aumento de 2,1% a todos os benefícios, incluindo aposentadorias, pensões e auxílios. O dado oficial do Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) será divulgado em 10 de setembro.
Com o reajuste, a aposentadoria mínima passaria para 327.003 pesos argentinos, e somando o bônus de 70.000 pesos, o total chega a 397.003 pesos. Já a Pensão Universal para o Adulto Maior (PUAM) alcançaria 261.602 pesos (ou 331.602 com o bônus), enquanto as Pensões Não Contributivas por invalidez e velhice ficariam em 228.902 pesos (ou 298.902 com acréscimo).
Outros auxílios também sofreriam alterações: o Auxílio Universal por Filho (AUH) subirá para 117.505 pesos, chegando a 382.615 em casos de deficiência, lembrando que 20% do valor é retido pela ANSES.
O Auxílio Familiar por Filho será de 58.758 pesos (ou 191.314 com deficiência), o Auxílio por Nascimento passará para 68.488 pesos, e o Auxílio por Casamento para 102.550 pesos.
Já o Complemento Leite será reajustado para 44.317 pesos, enquanto o Cartão Alimentar não terá alteração, pois segue regras próprias de cálculo.
Para referência, em setembro, a aposentadoria mínima havia recebido aumento de 1,9%, atingindo 320.277 pesos mais o bônus de 70.000, totalizando 390.277 pesos. O reajuste previsto em outubro, portanto, representa um acompanhamento com a trajetória da inflação no país.





