Milhares de brasileiros que recebem benefícios pelo Caixa Tem podem ter um reforço importante no orçamento neste mês. Em alguns casos, os pagamentos podem ultrapassar R$ 2.260, resultado da soma de dois programas sociais: Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Embora não seja um pagamento único, o valor combinado pode representar um alívio financeiro significativo para famílias em situação de vulnerabilidade.
Como funciona a soma dos benefícios?
O Bolsa Família é destinado a famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa. O valor base é de R$ 600, mas o cálculo final depende da composição familiar. Cada integrante acrescenta R$ 142 ao total, e há adicionais como:
- R$ 150 por criança de até 6 anos;
- R$ 50 para gestantes e mães de bebês de até seis meses;
- R$ 50 para crianças e jovens de 7 a 18 anos.
Assim, famílias maiores ou com crianças pequenas recebem valores mais altos que o mínimo.
Já o BPC é voltado para idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência que não têm condições de se sustentar. O benefício é individual e corresponde a um salário mínimo (R$ 1.518).
Para ter direito, a renda por pessoa da família deve ser inferior a meio salário mínimo, e é obrigatório estar inscrito no CadÚnico.
Quando os critérios dos dois programas são atendidos por integrantes da mesma família, é possível acumular os benefícios. Exemplo: um núcleo familiar com dois adultos, uma criança pequena e um idoso com deficiência pode receber cerca de R$ 750 pelo Bolsa Família, além dos R$ 1.518 do BPC, chegando a R$ 2.268 no mês — valor depositado diretamente no Caixa Tem.
Os valores variam conforme a composição familiar e o cumprimento das regras. Para continuar recebendo, é essencial manter o CadÚnico atualizado e seguir todas as exigências do governo federal.





