O “novo RG”, chamado formalmente de Carteira de Identidade Nacional (CIN), está gradualmente se tornando o documento oficial de identificação brasileiro. O que muitos podem pensar é que agora o RG tradicional já não vale mais para as situações em que a apresentação de um documento com foto é obrigatório, como viagens de avião.
Contudo, é importante esclarecer que o RG antigo está sendo sim aceito nos aeroportos normalmente, desde que esteja em bom estado de conservação e permita a identificação clara do titular, como de costume.
Segundo as regras atuais, o documento tradicional continuará válido em todo o território nacional até 28 de fevereiro de 2032, prazo definido pelo governo federal para a substituição gradual pelo novo modelo.
RG antigo ainda pode ser usado em viagens
Na prática, quem pretende embarcar em voos domésticos pode continuar utilizando o RG tradicional normalmente. O mesmo vale para viagens internacionais dentro do Mercosul, onde brasileiros podem entrar em países como Argentina, Uruguai e Paraguai apenas com documento de identidade.
Emitir a CIN antes da sua viagem pode ser preciso caso o seu RG tradicional esteja muito danificado ou tenha mais de 10 anos desde a data de emissão. Nesse caso, é mais para evitar transtornos na elegibilidade do documento do que uma obrigatoriedade.
A nova Carteira de Identidade Nacional surge justamente para resolver problemas históricos do antigo RG, como a possibilidade de um cidadão possuir diferentes números de identidade em cada estado. Com a padronização nacional e integração biométrica, o documento também se torna mais compatível com sistemas automatizados usados em aeroportos e controles migratórios.
Mesmo não sendo obrigatório neste momento, a tendência é que a CIN se torne cada vez mais comum em viagens. Por isso, quem pretende viajar com frequência — especialmente para o exterior — pode evitar imprevistos ao atualizar o documento com antecedência.





