O Itaú está enfrentando desafios financeiros significativos em 2026. Nos últimos anos, o banco acumulou perdas de R$ 21,19 bilhões devido a dívidas de empresas em recuperação judicial. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles.
Tais valores incluem exposições a conglomerados como Odebrecht e Oi, e destacam os riscos das operações financeiras de grande escala.
O banco brasilerio, com sede em São Paulo, viu suas finanças impactadas principalmente pela dívida da Odebrecht, que deixou um saldo de R$ 7,3 bilhões não quitados. A Oi contribuiu com R$ 5 bilhões acumulados em cobranças. Esses casos evidenciam o impacto das dificuldades financeiras de grandes conglomerados sobre credores como o Itaú.
Impactos financeiros em detalhe
A Sete Brasil, que entrou em falência, causou um prejuízo de R$ 2,1 bilhões ao Itaú. Para mitigar perdas, o banco vendeu créditos sem garantia.
Ainda no cenário de recuperação, a Ambipar deve R$ 672 milhões, enquanto o Grupo Schahin tem uma dívida de R$ 756 milhões com o banco. Esses montantes refletem a extensão do problema.
Estratégia do Itaú para contornar a situação
Para lidar com este cenário complexo, o Itaú optou por vender carteiras de crédito comprometidas. Essa estratégia visa ao reconhecimento antecipado de prejuízos, prevenindo perdas totais maiores.
Conforme as informações de maio de 2026, o Itaú continua a buscar soluções para minimizar os impactos financeiros dos negócios problemáticos. A estratégia do banco envolve o fortalecimento das práticas de concessão de crédito, visando evitar prejuízos similares no futuro.





