Um número fora do padrão começou a chamar atenção das autoridades de saúde no Sul do país. Em poucas semanas, milhares de pessoas passaram a procurar unidades de atendimento com os mesmos sintomas, levantando um alerta silencioso em pleno verão.
Só em janeiro, mais de 10 mil casos de uma doença potencialmente perigosa já foram registrados em Santa Catarina, afetando principalmente adultos e idosos.
Casos se concentram no litoral
Dados da Secretaria de Estado da Saúde apontam que a maior parte das notificações está no litoral, onde o calor intenso, o aumento do turismo e o consumo de alimentos fora de casa criam um ambiente favorável à contaminação.
A orientação é redobrar cuidados com higiene, água tratada e conservação dos alimentos, já que a diarreia pode provocar perda rápida de líquidos, algo especialmente perigoso para quem já convive com pressão alta, diabetes ou doenças cardíacas nessa fase.
Conhecidas como doenças diarreicas agudas, as DDA são causadas por vírus, bactérias ou parasitas e se espalham, principalmente, por água e alimentos contaminados. Os sintomas incluem evacuações frequentes, fezes líquidas, náusea, vômitos, febre e dores abdominais.
Em pessoas acima dos 50 anos, a atenção deve ser redobrada, pois a desidratação pode surgir rapidamente e levar a tonturas, queda de pressão e internações em casos mais graves também no sistema de saúde local agora neste verão atual hoje aqui.
Um dos municípios em alerta é Bombinhas, que registrou aumento expressivo de casos em poucos dias. Relatórios ambientais indicam pontos de banho impróprios, com presença de coliformes fecais, o que eleva o risco de infecções.
Especialistas recomendam evitar o mar após chuvas fortes, lavar bem as mãos e procurar atendimento ao menor sinal de desidratação, como boca seca, cansaço intenso e urina escura em idosos e adultos maduros sempre nesta temporada atual de verão no estado hoje já mesmo.





