Os brasileiros dispõem atualmente de R$ 10 bilhões em valores esquecidos a serem resgatados de instituições financeiras. Esse montante foi divulgado pelo Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central, em uma atualização de janeiro de 2026. O total representa um aumento de R$ 240 milhões em relação a novembro de 2025.
Aproximadamente R$ 7,8 bilhões pertencem a cerca de 49,3 milhões de cidadãos. Estes podem verificar e solicitar o resgate acessando o site oficial do SVR com o CPF ou CNPJ.
Como resgatar valores esquecidos
O processo de consulta ao SVR é simples e pode ser realizado diretamente no site do Banco Central. Usuários com valores disponíveis, geralmente entre R$ 0,01 e R$ 10, podem solicitar a devolução via chave PIX cadastrada.
É obrigatório utilizar uma conta Gov.br de nível prata ou ouro para acessar o sistema e completar o processo de resgate.
Funcionamento do Sistema de Valores a Receber
Desde sua criação, o SVR restituiu R$ 12,9 bilhões aos seus legítimos proprietários. Este sistema serve não apenas para alertar sobre dinheiro não reclamado, mas também para proporcionar um meio seguro de recuperação dos valores.
Os valores esquecidos surgem de fontes como contas-correntes encerradas e tarifas cobradas indevidamente. Além dos bancos, consórcios, cooperativas de crédito e corretoras também mantêm quantias significativas.
Segurança no processo de resgate
No processo de recuperação dos valores, é crucial ressaltar que o Banco Central não contata diretamente os correntistas. Avisos sobre resgates não são providos pelo Banco Central, de modo a evitar golpes em potencial.
Assim, todo usuário deve assegurar-se de que está utilizando apenas o site oficial para tais operações, evitando fornecer dados para terceiros.
O SVR tem se mostrado vital para reintroduzir valores parados na economia e garantir que os cidadãos recuperem seu dinheiro devido.





