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Medicamentos que especialistas alertam sobre o uso

Por Julia da Silva
13/11/2025
ingestão de medicamentos

Créditos: Freepik

Um medicamento pode gerar um alívio de um sintoma, mas gerar um outro problema maior ainda. Um levantamento realizado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), em parceria com o Instituto Datafolha, revelou um hábito preocupante entre os brasileiros: 77% da população se automedica, e quase metade consome remédios sem prescrição médica pelo menos uma vez por mês.

Embora pareça inofensivo, esse comportamento traz riscos sérios, principalmente ao fígado, órgão responsável por processar e eliminar as substâncias ingeridas.

Fígado sobrecarregado: o perigo dos medicamentos de uso comum

A médica Patrícia Almeida, hepatologista do Hospital Israelita Albert Einstein, explicou ao portal Metrópoles que o fígado atua como um verdadeiro “laboratório químico” do corpo, filtrando e transformando tudo o que ingerimos — de alimentos e bebidas a medicamentos e chás naturais.

Quando o órgão é exposto repetidamente a compostos tóxicos, ele pode sofrer lesões silenciosas que evoluem para inflamações, hepatite medicamentosa e até insuficiência hepática.

Entre os produtos que exigem maior cuidado, o paracetamol é um dos principais. Embora seguro em doses adequadas, o uso excessivo pode causar hepatite medicamentosa grave, uma das principais causas de transplante de fígado no país.

Outro alerta envolve o chá de cavalinha, amplamente consumido como diurético “natural”. Apesar da aparência inofensiva, a planta possui substâncias com potencial hepatotóxico, capazes de inflamar e danificar o fígado quando ingeridas com frequência.

O extrato seco de chá verde, presente em suplementos para emagrecimento, também já foi associado a casos de hepatite aguda e insuficiência hepática, inclusive em pessoas sem histórico de doenças no órgão.

Os especialistas reforçam que natural não é sinônimo de seguro. Tudo o que passa pelo fígado precisa ser metabolizado, e o acúmulo de substâncias — mesmo de origem vegetal — pode gerar uma sobrecarga progressiva e perigosa.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Julia da Silva

Julia da Silva

Jornalista com experiência em textos jornalísticos e de redação criativa, interessada pelo mundo e por boas histórias.

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