A expectativa de vida ao nascer no Brasil chegou a 76,6 anos em 2024, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (28). O aumento é de 2,5 meses em relação ao ano anterior, e reflete avanços históricos na saúde, saneamento e bem-estar da população.
Homens agora vivem, em média, 73,3 anos, enquanto mulheres chegam a 79,9 anos. Apesar do avanço, o instituto alerta que jovens do sexo masculino ainda enfrentam maior risco de mortalidade devido a causas externas, como homicídios e acidentes de trânsito.
Mônaco: luxo, longevidade e microestado
Enquanto a expectativa de vida no Brasil avança, Mônaco, na Riviera Francesa, segue como o país com maior longevidade do mundo: 86,5 anos.
O microestado abriga cerca de 38 a 40 mil habitantes, todos vivendo em área urbana, e possui apenas 2 km² de extensão, o que o torna o segundo menor país da Europa.
Com relevo colinoso e clima mediterrâneo, o principado é um ímã para turistas e milionários, sustentando sua economia em turismo de luxo e serviços bancários, resultando no maior PIB per capita do mundo.
O território é dividido em bairros (quartiers), com sede no charmoso Monaco Ville, e sua população cresce principalmente por imigração. Apesar dos preços elevados, a qualidade de vida é elevada, com acesso a serviços de primeira linha, segurança e infraestrutura urbana impecável.
Resorts de luxo, paisagens deslumbrantes e a vida cosmopolita atraem visitantes de todas as partes do planeta, tornando Mônaco um verdadeiro ícone europeu.
Enquanto o Brasil celebra ganhos expressivos em longevidade e saúde, Mônaco se mantém como referência global, mostrando que alta expectativa de vida e qualidade de vida podem caminhar lado a lado — mesmo em um território minúsculo e densamente povoado.





