O custo de renovação da superlicença de Fórmula 1 para Gabriel Bortoleto em 2026 chama a atenção. Aos 21 anos, o piloto brasileiro deve desembolsar cerca de R$ 359,8 mil para continuar competindo na categoria.
Este valor para continuar dirigindo na categoria decorre da exigência da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) de que pilotos renovem suas superlicenças anualmente. Para Bortoleto, o único brasilerio na F1, a taxa foi calculada sobre os 19 pontos conquistados em 2025, quando corria pela Sauber.

Composição da taxa da superlicença
Cada piloto de F1 deve renovar sua superlicença com a FIA a cada temporada. Esta taxa inclui um valor base de € 11.842 (cerca de R$ 74.384) e um adicional de € 2.392 (aproximadamente R$ 15.168) por ponto conquistado.
No caso de Bortoleto, os 19 pontos resultaram em uma soma significativa. Apesar disso, é mais comum que as próprias equipes arquem com estes custos, reforçando o investimento no desenvolvimento de seus talentos.
Comparação com outros pilotos
Além de Gabriel Bortoleto, outros pilotos enfrentam encargos financeiros consideráveis. O campeão mundial de 2025, Lando Norris, e o vice-campeão Max Verstappen, têm valores acima de R$ 6 milhões devido ao desempenho no ano anterior.
Em contraste, pilotos como Franco Colapinto, Sergio Pérez e Valtteri Bottas, que não pontuaram, pagam apenas a taxa básica, em torno de R$ 74,384.
A renovação de superlicenças na F1 não só assegura o direito de competir, mas também reforça o compromisso financeiro das equipes com seus pilotos. Até o momento, não foi confirmado publicamente se a Audi, futura equipe de Bortoleto, cobriria os custos da renovação. No entanto, essa prática é comum no cenário da F1.





