O Banco Central do Brasil anunciou, em novembro, atualizações no sistema de segurança do Pix. Essas medidas são focadas no aprimoramento do Mecanismo Especial de Devolução (MED). O objetivo é reduzir fraudes em até 40%, oferecendo um rastreamento mais eficaz das transferências suspeitas. Assim, a confiança no sistema de pagamentos instantâneos deve aumentar tanto para pessoas físicas quanto para empresas em todo o país.
O MED foi redesenhado para otimizar a recuperação de valores em transações fraudulentas. As instituições financeiras agora podem cooperar para identificar contas envolvidas em fraudes. Antes, a devolução se limitava à conta original da fraude. Agora, o sistema monitora múltiplas contas até o destino final dos valores. Esse rastreamento dificulta a evasão de fraudadores.
Processo de reembolso acelerado
Vítimas de fraude podem receber reembolso em até 11 dias, um prazo mais curto que anteriormente. Esta rapidez é essencial para reduzir perdas. Além disso, a opção de autoatendimento em aplicativos bancários facilita a contestação de transações, eliminando a dependência de atendentes e acelerando a resolução dos casos.
Essas atualizações fortalecem a segurança contra golpes cibernéticos. Desde 23 de novembro, as novas regras são opcionais, mas serão obrigatórias a partir de 2 de fevereiro de 2026 para todas as instituições financeiras. Isso garante uniformidade na luta contra fraudes, aumentando a eficiência do sistema.
A iniciativa do Banco Central representa um passo crucial na proteção dos usuários do Pix, recuperando perdas e desincentivando fraudes, reforçando a confiança no sistema digital brasileiro.





