Ir com todos os documentos corretos para o aeroporto é essencial para evitar contratempos na hora do embarque. Entre eles, a carteira de identidade costuma ser a principal forma de identificação em voos nacionais. No entanto, com a chegada da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), o antigo RG passará por um processo gradual de substituição e tem prazo para deixar de ser aceito.
A mudança faz parte de uma iniciativa de modernização dos documentos de identificação no Brasil. A nova CIN utiliza o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como identificador único, o que ajuda a reduzir fraudes e facilita a checagem de dados por órgãos públicos e empresas.
Quando o RG pode causar problemas em viagens
De acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, o modelo antigo da identidade poderá continuar sendo utilizado até o ano de 2032. Após esse prazo, a nova carteira deve se tornar o principal documento de identificação em todo o país. Mesmo assim, qualquer cidadão já pode solicitar a nova versão nos estados que fazem a emissão.
Embora o RG não tenha prazo de validade para voos domésticos, ele precisa permitir a identificação clara do passageiro. Se a fotografia estiver muito diferente da aparência atual, ou se o documento estiver danificado, podem surgir dificuldades no embarque.
Segundo orientações da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), companhias aéreas podem solicitar outro documento oficial com foto caso haja dúvida sobre a identidade do viajante.
Em viagens internacionais, a regra é mais rígida. Na maioria dos países, brasileiros precisam apresentar passaporte. Já em destinos do Mercosul, como Argentina e Uruguai, a entrada pode ser feita apenas com a identidade — desde que esteja em bom estado e com foto reconhecível.





