Agência dos EUA alerta e adolescente é apreendido em Arapiraca por crimes de ódio na internet

Alagoano já havia sido apreendido em 2025 por ameaças contra o influenciador digital Felca

Publicado em 11/05/2026, às 09h52
Investigado em Arapiraca voltou a disseminar conteúdos discriminatórios, homofóbicos e com apologia ao nazismo nas redes sociais - Foto: Agência Brasil
Investigado em Arapiraca voltou a disseminar conteúdos discriminatórios, homofóbicos e com apologia ao nazismo nas redes sociais - Foto: Agência Brasil

por Eberth Lins

Publicado em 11/05/2026, às 09h52

A Polícia Civil de Alagoas apreendeu um jovem de 18 anos por disseminar conteúdos extremistas, após um alerta de agências de segurança dos EUA, resultando em uma nova internação provisória por 45 dias.

O jovem, que já havia sido apreendido em 2025 por ameaças a um influenciador digital, voltou a publicar mensagens de ódio e apologia ao nazismo, levando a um monitoramento internacional das suas atividades online.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão, e materiais foram recolhidos para auxiliar nas investigações, que continuam sob a supervisão das autoridades competentes.

Resumo gerado por IA

Um alerta enviado por agências de segurança dos Estados Unidos da América (EUA) levou a Polícia Civil de Alagoas a apreender novamente um jovem de 18 anos investigado por disseminar conteúdos extremistas e mensagens de ódio na internet. A informção foi divulgada nesta segunda-feira (11) pela Polícia Civil, que disse ter cumprido mandados no sábado (09), em Arapiraca, referentes a crimes praticados pelo alvo quando ele tinha 17 anos. 

Segundo as investigações, o rapaz já havia sido apreendido em 2025 por ameaças contra o influenciador digital Felca, mas voltou a atuar em redes sociais e fóruns virtuais após deixar a internação socioeducativa.

De acordo com a Polícia Civil, órgãos de inteligência dos Estados Unidos passaram a monitorar as publicações feitas pelo jovem e identificaram mensagens com teor discriminatório, homofóbico, conteúdo de intolerância religiosa e apologia ao nazismo. As informações foram compartilhadas com as autoridades brasileiras por meio de cooperação internacional.

Ainda conforme a investigação, o material analisado também apontava possíveis atos preparatórios ligados a práticas terroristas, o que aumentou o nível de atenção sobre o caso.

Com base nos relatórios enviados pelas agências norte-americanas, a Polícia Civil representou pela nova internação do investigado. A Justiça acatou o pedido e determinou internação provisória por 45 dias.

Durante a operação, os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão e recolheram materiais que devem auxiliar na continuidade das investigações. O caso segue sob acompanhamento das autoridades.

Gostou? Compartilhe