Argentino que fingia ser herdeiro árabe é preso por estelionato de R$ 1 milhão

Publicado em 01/07/2026, às 10h40
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Por Folhapress

Um argentino foi preso no Rio de Janeiro por se passar por um herdeiro árabe e aplicar um estelionato amoroso em uma brasileira, resultando em perdas de R$ 1 milhão em transferências bancárias entre 2023 e 2024.

David Juan Manuel Corbalan conheceu a vítima online e, além das transferências, também furtou joias enquanto ela estava internada, tendo um histórico de golpes semelhantes em outros estados desde 2015.

O suspeito foi detido no Flamengo e confessou que planejava fugir para São Paulo, além de ter sido preso anteriormente na Argentina pelo mesmo crime; a defesa ainda não se manifestou sobre o caso.

Resumo gerado por IA

Um argentino foi preso ontem no Rio de Janeiro suspeito de se passar por um herdeiro para aplicar um estelionato amoroso em uma brasileira, segundo a Polícia Civil.

David Juan Manuel Corbalan conheceu a vítima em 2023, quando se apresentou a ela como um herdeiro árabe com os bens bloqueados. A vítima e o suspeito se conheceram na internet, onde David fazia publicações afirmando que procurava um relacionamento sério.

Entre 2023 e 2024, o homem induziu a mulher a fazer 269 transferências bancárias para ele, que totalizaram R$ 1 milhão. A identidade e a idade da vítima foram preservadas pela polícia.

Além do dinheiro, o homem também furtou joias e outros objetos da mulher enquanto ela esteve internada para uma cirurgia cardíaca, segundo o relato da vítima. Os valores obtidos pelo argentino eram movimentados em contas de outras ex-namoradas e ele faria vítimas desde 2015 em outros estados brasileiros.

Homem foi preso no bairro do Flamengo e disse na delegacia que pretendia fugir para São Paulo. Ele confessou, ainda, que foi preso por aplicar o mesmo golpe na Argentina, segundo a polícia.

O UOL não conseguiu contato com a defesa do argentino até o momento, mas o espaço segue aberto para manifestação. O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) foi procurado, mas também não localizou o processo em nome de Corbalan. O espaço segue aberto para manifestação.

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