A Polícia Civil de Alagoas investiga o assassinato de Júlio César Santos Lins, de 37 anos, ocorrido em Maceió, onde dois homens em uma moto dispararam contra ele e fugiram sem serem identificados.
A dinâmica do crime sugere uma possível ligação com facções criminosas, especialmente após a circulação de um comunicado nas redes sociais que alerta sobre o monitoramento de pessoas e proíbe o uso de capacetes por entregadores na região.
Júlio César, que tinha um histórico criminal por furto, foi socorrido após ser baleado, mas não sobreviveu aos ferimentos; a polícia pede informações sobre os suspeitos através do Disque Denúncia, garantindo sigilo.
A Polícia Civil de Alagoas iniciou as investigações do assassinato de Júlio César Santos Lins, de 37 anos, na Avenida Tancredo Neves, próximo a uma quadra poliesportiva em um conjunto residencial no Benedito Bentes, em Maceió, na noite desse domingo (26). Até o momento, ninguém foi preso pelo crime.
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Em contato com o TNH1, o delegado Daniel Scaramello, responsável pelo levantamento das primeiras informações, revelou que a dinâmica do crime se deu com dois homens em uma moto chegando ao local.
Eles teriam se aproximado da vítima e efetuado os disparos de arma de fogo. Após os tiros, os suspeitos fugiram.
Crime pode estar relacionado com facções
Circulou nas redes sociais um suposto comunicado atribuído a uma facção criminosa atuante na região, informando que os criminosos passariam a monitorar carros e pessoas consideradas “estranhas” no local. O aviso também determinaria a proibição do uso de capacetes por entregadores dentro do conjunto.
Ainda segundo o delegado, não há confirmação de que o aviso tenha sido divulgado nesse domingo e que tenha relação direta com o caso investigado. No entanto, uma das linhas de investigação da polícia aponta que o crime pode estar ligado à atuação de integrantes de facções criminosas.
Júlio César tinha histórico de prisão por furto qualificado com uso de chave falsa, no ano de 2024, porém ainda não há informações se ele estava ligado a outros tipos de crime.
Vítima chegou a ser socorrida
Júlio César foi atingido por um disparo na região do tórax e apresentou muito sangramento. Ele foi socorrido por populares e transportado em um veículo particular até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro. Apesar de ter sido estabilizado e transferido para o Hospital Geral do Estado (HGE), o homem não resistiu aos ferimentos.
Qualquer informação sobre os suspeitos pode ser fornecida para a polícia através do Disque Denúncia (telefone 181). A ligação é gratuita e o sigilo é assegurado.
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