A Operação Rajada, realizada por policiais de Alagoas e Paraná, visa desmantelar um grupo criminoso suspeito de assassinar pai e filho em Almirante Tamandaré, crime que ocorreu em março e gerou grande repercussão na região.
As vítimas, um líder de organização criminosa e seu filho, foram atacadas por executores encapuzados em um supermercado, e o caso está ligado a atividades de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Nesta operação, 13 mandados de prisão e 15 de busca e apreensão foram cumpridos, resultando na prisão de cinco indivíduos em Alagoas, enquanto a investigação continua desde junho de 2025 para combater o domínio territorial do grupo em Curitiba.
O grupo alvo da Operação Rajada, que mobilizou policiais de Alagoas e do Paraná, na manhã desta sexta-feira (24), é suspeito de envolvimento nos assassinatos de pai e filho em Almirante Tamandaré, cidade da Região Metropolitana de Curitiba. O duplo homicídio foi cometido em 7 de março deste ano e teve grande repercussão no estado do sul.
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As vítimas foram identificadas como Nixon dos Santos Benites, de 36 anos, que seria líder de uma organização criminosa rival, e Ryan da Rocha Alfredo Benites, de 17. Pai e filho estavam no estacionamento de um supermercado quando foram surpreendidos pelos disparos de arma de fogo. Assista abaixo:
Como o vídeo acima mostrou, os quatro executores encapuzados chegaram em um carro Voyage, de cor preta. Depois dos tiros, o grupo embarcou novamente no veículo e fugiu. Uma mulher foi baleada e uma gestante passou mal, mas ambas sobreviveram.
A equipe de investigação confirmou que o duplo homicídio está relacionado ao "modus operandi" do grupo criminoso, também ligado ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Cinco foram presos em Alagoas neste dia 24, nas cidades de Maceió e Marechal Deodoro.
A operação
A Operação Rajada é resultado de uma investigação iniciada em junho de 2025. O grupo identificado consolidou o domínio territorial no bairro Parolin, em Curitiba, após conflito armado que culminou na neutralização de uma organização rival.
Com isso, as residências da região passaram a ser utilizadas como depósitos estratégicos de armas e drogas. Além disso, as casas foram transformadas em refúgios operacionais.
No total, nesta sexta-feira, 13 mandados de prisão e 15 de busca e apreensão foram cumpridos nos dois estados. Em Alagoas, a polícia atendeu a oito ordens judiciais.
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