Polícia investiga estupro de vulnerável após adolescente com deficiência descobrir gravidez

Publicado em 11/07/2026, às 08h06
Assessoria
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Por TNH1

A Polícia Civil de Alagoas investiga um possível estupro de vulnerável após uma adolescente com deficiência intelectual descobrir que está grávida de três meses, em um caso registrado em Arapiraca. A situação levanta preocupações sobre a segurança e proteção de jovens com deficiência na região.

A adolescente, que não havia revelado a gravidez anteriormente devido a ameaças do suspeito, foi atendida em uma Unidade Básica de Saúde, onde foram identificados indícios de abuso sexual. A mãe da vítima também desconhecia a situação, o que evidencia a necessidade de maior conscientização e apoio às famílias.

Após o atendimento médico, a adolescente e sua mãe foram acompanhadas à Delegacia da Criança e do Adolescente para os procedimentos legais. A Polícia Militar está em busca do suspeito, mas até o momento não obteve sucesso, e as vítimas permanecem sob os cuidados do Conselho Tutelar.

Resumo gerado por IA

A Polícia Civil de Alagoas deve investigar um possível estupro de vulnerável após uma adolescente com deficiência intelectual descobrir que estava grávida de três meses. O caso foi registrado no povoado Cangandu, zona rural de Arapiraca, Agreste de Alagoas, nessa sexta-feira (10). As informações são da Polícia Militar.

Segundo a PM, os militares foram acionados para prestar apoio à uma médica na UBS (Unidade Básica de Saúde) da região. Ela informou que atendeu uma paciente menor de idade, com problemas cognitivos, que tinha indícios de abuso sexual e estava nos primeiros meses de uma gestação. 

A mãe da menina disse que não sabia do fato e a vítima informou que não havia contado antes porque o suspeito havia a ameaçado, caso revelasse a situação. Com o apoio do Conselho Tutelar, elas foram acompanhadas pelos policiais até o Hospital de Emergência do Agreste e, depois, à Delegacia da Criança e do Adolescente, para realização dos procedimentos cabíveis.

A PM realizou diversas rondas nos endereços informados pela mãe, para tentar localizar o suspeito, que não teve a identidade ou a relação com a vítima reveladas, mas sem sucesso. A mulher e a adolescente foram aconselhadas a retornar à delegacia com os resultados dos exames na próxima terça-feira (14). Elas ficaram sob os cuidados do Conselho Tutelar.

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