Três pontos de lagunas estão impróprios para banho em Alagoas, aponta IMA

Publicado em 12/09/2026, às 14h46
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Por Redação

Três dos oito pontos de rios e lagunas analisados pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) estão impróprios para banho, segundo o mais recente relatório de balneabilidade. As restrições foram identificadas em Maceió, Marechal Deodoro e Coqueiro Seco. Os outros cinco locais onde houve coleta apresentaram condições próprias para os banhistas.

Em Maceió, o ponto impróprio fica na Laguna Mundaú, no Pontal da Barra. A coleta foi realizada na Orla Lagunar, nas proximidades do Restaurante Maré. O local integra o Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba.

Outro ponto com restrição está na Laguna Manguaba, em Marechal Deodoro, na Orla Lagunar do Centro Histórico, próximo ao Bar do Lourinho. Em contrapartida, dois outros locais monitorados no município apresentaram resultado favorável: a Laguna Manguaba, na Massagueira, próximo ao Bar do Pato, e o trecho de Barra Nova, na orla revitalizada entre o Píer 08 e o Bar da Jana.

A terceira restrição foi registrada em Coqueiro Seco, na Laguna Mundaú, no ponto localizado em frente à Prefeitura. Outros dois locais avaliados no município foram considerados próprios: o trecho da Laguna Mundaú em Cadoz, próximo ao Bar do Renaldo, e o Rio dos Remédios, nas proximidades da ponte.

Na Laguna de Roteiro, o ponto analisado em frente ao Restaurante Chácaras Beach Club também recebeu classificação própria para banho.

Confira os pontos impróprios
- Laguna Mundaú, Maceió: Pontal da Barra, na Orla Lagunar, próximo ao Restaurante Maré;
- Laguna Manguaba, Marechal Deodoro: Orla Lagunar do Centro Histórico, próximo ao Bar do - - Lourinho;
- Laguna Mundaú, Coqueiro Seco: em frente à Prefeitura.

As amostras foram coletadas na terça-feira (8), e o relatório foi emitido na sexta-feira (11). A classificação segue os critérios estabelecidos pela Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

O IMA recomenda evitar o banho nas 24 horas seguintes às chuvas em locais influenciados por cursos d'água que possam receber efluentes, período em que aumenta a possibilidade de contaminação por matéria de origem fecal. O órgão também orienta evitar áreas diretamente influenciadas por canais e córregos e não ingerir a água, principalmente no caso de crianças.

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