Pelo poder que têm de influenciar o eleitor menos esclarecido ou indeciso, acostumado a votar em quem tem mais chances de ganhar - para "não perder o voto" -, os institutos de pesquisa se transformaram em relevante instrumento numa campanha política.
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O que explica o fato de muitos deles serem bancados financeiramente, de maneira informal, por candidatos, especialmente os que concorrem a cargos majoritários.
Aqui mesmo em Alagoas existem vários...
Do mesmo modo, há profissionais de comunicação, blogueiros e influencenciadores digitais financiados direta ou indiretamente por candidatos e partidos, com o mesmo objetivo: manipular a informação em benefício de quem os paga ou banca o emprego - até mesmo em cargos públicos.
Infelizmente, nem todo cidadão tem acesso aos bastidores desse sistema e só quem é mesmo do ramo sabe distinguir quem, de fato, merece credibilidade ao divulgar pesquisa e repassar notícias a respeito do processo eleitoral.
Hoje, véspera das eleições e dia das últimas pesquisas referentes ao pleito de 2026, essa guerra se acentua ainda mais e é preciso o eleitor ter cautela com as informações que recebe e normalmente repassa a outras pessoas.
Em tempo de "fake news", para usar uma expressão atual, segue um conselho de quem atua nessa área desde 1973: apure, pesquise e se informe a respeito de notícias que recebe, principalmente sobre pesquisas eleitorais.
Um bom indicativo é procurar saber os resultados que os institutos revelaram nessa mesma época, em eleições anteriores, e o que efetivamente foi registrado nas urnas no dia da eleição.
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