O litoral de São Paulo enfrenta um problema de poluição. Em 8 de julho, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) divulgou que 44 praias estão impróprias para banho. No litoral norte, cidades como Ubatuba e Ilhabela possuem 20 praias afetadas. Na Baixada Santista, 24 praias foram classificadas como inadequadas, incluindo Guarujá e Santos.
A Cetesb monitora as praias semanalmente, coletando e analisando amostras de água do mar em laboratórios de Cubatão e Taubaté. A identificação de enterococcus é crucial, pois sua concentração elevada pode causar doenças como a gastroenterite.
Quando os níveis excedem 500 enterococos por 100 mL de água em duas das últimas cinco análises, a praia é considerada imprópria.
Perigos da poluição nas praias paulistas
A balneabilidade das praias também é comprometida por derramamentos de óleo, florações de algas tóxicas e doenças transmitidas pela água. Esses fatores aumentam os riscos para a saúde dos banhistas.
Praias impróprias são indicadas por bandeiras vermelhas, que servem como alerta para evitar o mar. Visitantes devem acompanhar os relatórios semanais da Cetesb para garantir segurança.
Consequências econômicas e ambientais
As praias consideradas impróprias não afetam apenas a saúde pública, mas também a economia local. A redução no fluxo de turistas impacta diretamente negócios dependentes desse setor, como hotéis e comércios locais. Além disso, a poluição das águas prejudica os ecossistemas, ameaçando a vida marinha e a biodiversidade.
Tanto o governo quanto a população enfrentam grandes desafios para preservar as praias. A expectativa está voltada para o próximo relatório da Cetesb, a ser divulgado em 16 de julho, que trará atualizações sobre a balneabilidade das praias.





