A temporada 2026 do futebol brasileiro já registrou 15 demissões de técnicos na Série A. A mais recente foi a de Franclim Carvalho, do Botafogo, anunciada após quatro meses de trabalho. O português deixa o clube com 56,1% de aproveitamento, pressionado pela goleada por 6 a 1 para o Cienciano na Sul-Americana e pela derrota para o Vitória no Brasileirão.
A lista de treinadores que não resistiram à pressão é extensa e revela um cenário de instabilidade nos bancos de reserva.
Demitidos no Brasileirão 2026
O primeiro a cair foi Jorge Sampaoli, no Atlético-MG, em fevereiro, com 45% de aproveitamento, após empate com o Remo pela terceira rodada. No mesmo mês, Fernando Diniz foi demitido do Vasco, com 41% de rendimento, depois de uma derrota para o Fluminense no Carioca.
Veja a lista completa de demitidos no Brasileirão de 2026:
- Jorge Sampaoli (Atlético-MG) – fevereiro, 45%
- Fernando Diniz (Vasco) – fevereiro, 41%
- Juan Carlos Osorio (Remo) – março, 48%
- Filipe Luís (Flamengo) – março, 70% (apesar do alto aproveitamento)
- Hernán Crespo (São Paulo) – março, 51%
- Tite (Cruzeiro) – março, 53%
- Juan Vojvoda (Santos) – março, 43%
- Martín Anselmi (Botafogo) – março, 43%
- Gilmar Dal Pozzo (Chapecoense) – abril, 51%
- Dorival Júnior (Corinthians) – abril, 49%
- Roger Machado (São Paulo) – maio, 49%
- Fábio Matias (Chapecoense) – junho, 23%
- Renato Gaúcho (Vasco) – junho, 51%
- Luis Zubeldía (Fluminense) – agosto, 57,9%
A alta rotatividade reflete a impaciência dos clubes e a pressão por resultados imediatos. Apenas dois dos 15 demitidos estavam há mais de um ano no cargo, o que escancara a dificuldade de manter projetos de longo prazo no futebol brasileiro.
A instabilidade nos bancos de reserva tem sido uma constante na temporada, e a tendência é que novos nomes sejam adicionados à lista nas próximas rodadas, caso os resultados não venham.





