O recente ataque militar americano à Venezuela impactou diretamente o tráfego aéreo na América do Sul e no Caribe desde o dia 3 de janeiro. Uma série de cancelamentos de voos ocorreu após a Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos proibir operações no espaço aéreo venezuelano por questões de segurança.
Mais de 400 voos foram cancelados e 19 sofreram atrasos em Porto Rico. As companhias Latam e Azul suspenderam temporariamente suas operações para destinos caribenhos, como Curaçao e Aruba, países muito populares entre os brasileiros.
Interrupções aéreas afetam o Caribe
A FAA anunciou restrições ao espaço aéreo devido à captura de Nicolás Maduro, acusado de tráfico de drogas. Caracas e outras localidades experimentaram explosões, causando o fechamento do espaço aéreo.
A região caribenha foi duramente atingida por cancelamentos, especialmente em Porto Rico, onde turistas e residentes foram diretamente afetados.
Ajustes das companhias aéreas
As companhias aéreas estão adotando medidas para mitigar o impacto nos clientes. Azul e Latam estão permitindo remarcações e oferecendo reembolsos para voos cancelados.
A Gol já tinha suspendido voos para Caracas. Essas medidas visam amenizar os desafios logísticos e econômicos resultantes da crise na Venezuela e seu efeito cascata na região.
A operação militar desencadeou um aumento das tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela, com repercussões nos países vizinhos preocupados com questões de soberania.





