Considerada uma das principais “Big Techs” do setor de tecnologia, a Meta Platforms, que é dona de aplicativos como o Facebook, Instagram e WhatsApp, segue atingindo marcos históricos de valor de mercado e receita e, com isso, mantendo-se em uma posição de destaque.
No entanto, o êxito da empresa não parece ser suficiente para manter seu quadro de funcionários intacto, uma vez que, a partir do próximo mês, será iniciada uma nova rodada de demissões em massa na Meta, conforme divulgado pela agência Reuters.
A previsão é de que o processo comece por volta do dia 20 de maio. E de acordo com as informações divulgadas pela Reuters, cerca de 10% da força de trabalho global da Meta pode ser afetada, já que cerca de 8 mil funcionários podem acabar sendo desligados.
E é relevante destacar que esses não serão os únicos cortes previstos para o efetivo da empresa em 2026, pois ainda segundo a agência, novas demissões estão programadas para ocorrer no segundo semestre do ano, ainda sem data definida.
Até o momento, a Meta não se pronunciou oficialmente sobre a possibilidade. Mas, caso se confirme, a nova onda de desligamentos pode ser a maior desde o período entre 2022 e 2023, quando a empresa dispensou cerca de 21 mil funcionários por conta de um processo de reestruturação.
Não é financeira: entenda motivação para os desligamentos da dona do Facebook
Conforme mencionado anteriormente, a Meta segue faturando valores expressivos, sobretudo devido ao fato do Instagram, WhatsApp e Facebook estarem entre os apps mais populares do mundo. Logo, fica nítido que as demissões em massa não são motivados por crises financeiras.
Vale lembrar que, em meados de março, a própria empresa já havia admitido que precisaria executar mais desligamentos por conta dos elevados investimentos em inteligência artificial (IA), sendo esse seu mais recente movimento na disputa contra outras gigantes do segmento.
A Meta teria desembolsado investimentos bilionários para otimizar seu serviço, que já vem sendo utilizado em praticamente todos os seus aplicativos. Com novas demissões, esses números podem aumentar ainda mais.





