O megashow de Shakira em Copacabana, realizado no último sábado (2), entrou para a lista de grandes eventos internacionais no Brasil graças ao projeto Todo Mundo no Rio, realizado anualmente no Rio de Janeiro desde 2024. A vinda da latina surpreendeu tanto pela apresentação quanto pelos números de cifrões envolvidos no evento.
A apresentação custou cerca de R$ 15 milhões aos cofres da Prefeitura do Rio de Janeiro, superando o investimento feito no show de Madonna, que recebeu R$ 10 milhões para se apresentar na mesma praia em 2024.
Diferença de valores e estrutura chama atenção
A diferença de R$ 5 milhões entre os dois eventos reflete não apenas o cachê artístico, mas também o porte da produção. No caso de Shakira, o investimento contemplou uma estrutura maior e mais tecnológica. Ao todo, foram instaladas 16 torres de som e vídeo distribuídas pela orla, com telões de LED de 45 metros quadrados cada, ampliando o alcance visual para o público.
O palco também superou o da apresentação anterior: com 1.345 metros quadrados e 2,20 metros de altura, a estrutura contou ainda com uma passarela de 25 metros, aproximando a artista dos fãs. A produção ficou a cargo da empresa Bonus Track, responsável pela execução do evento.
Assim como ocorreu no show de Madonna, a apresentação integrou a série “Todo Mundo no Rio”, projeto que busca consolidar a cidade como destino de grandes espetáculos internacionais gratuitos. A iniciativa já havia levado multidões à praia e, desta vez, não foi diferente.
Milhões de pessoas ocuparam a faixa de areia de Copacabana para assistir ao espetáculo de Shakira, em um dos maiores públicos da carreira da cantora. A comparação entre os valores investidos reacende discussões sobre o impacto econômico e turístico desses eventos, que, apesar do alto custo, costumam gerar retorno significativo para a cidade.





