Na sexta-feira, 10, os astronautas da missão Artemis II, que teve como objetivo realizar o primeiro sobrevoo tripulado ao redor da Lua em mais de 50 anos, testando os sistemas da espaçonave Orion e do foguete SLS, voltaram à Terra. O próximo passo da NASA agora é a missão Artemis III, que deve acontecer em 2027.
Essa próxima fase do programa tem como objetivo avançar no processo que culminará na volta definitiva à superfície lunar. A Artemis III faz parte desse ciclo e representa a transição entre testes operacionais e missões com presença humana mais próxima do solo lunar.
O que é a missão Artemis III na prática
A Artemis III foi originalmente planejada para marcar o retorno direto de astronautas à Lua, algo que não acontece desde 1972, na era das missões Apollo. No entanto, o projeto passou por ajustes técnicos e estratégicos ao longo do desenvolvimento.
De acordo com o cronograma mais recente da NASA, a missão terá como foco principal testar tecnologias críticas para o pouso lunar. Isso inclui o acoplamento entre a nave Orion e módulos de descida desenvolvidos por empresas privadas. Isso significa que a missão atua como uma ponte entre testes em órbita e o retorno completo à superfície lunar.
Vale destacar que a Artemis III marca uma mudança estrutural na exploração espacial. Em vez de missões isoladas, a NASA passa a operar com um sistema contínuo, baseado em testes progressivos e integração de tecnologias.
O que vem depois da Artemis III
Após o Artemis III, a previsão é de que finalmente aconteça o pouso humano na Lua. Inclusive, esse é o objetivo central do programa Artemis. Se tudo correr bem, o feito deve acontecer na missão chamada de Artemis IV, em 2028.
No mesmo ano, a NASA tem dentro deseu cronograma a missão Artemis V. A partir dela, a ideia é que comece a ocorrer uma série de missões com maior exploração da Lua.





