A movimentação foi rápida — e pegou muita gente de surpresa. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a escolha de um novo nome para um dos cargos mais estratégicos da economia do país: a liderança do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca.
Escolha relâmpago mexe com bastidores da economia americana
O escolhido foi Christopher Phelan, professor da Universidade de Minnesota e especialista em temas ligados a bancos centrais — justamente um dos pontos que mais têm chamado a atenção do governo Trump nos últimos meses.
Se aprovado pelo Senado, Phelan assumirá o posto ocupado anteriormente por Stephen Miran, que foi deslocado para atuar no Federal Reserve. A troca reforça uma estratégia clara: aproximar ainda mais a política econômica da Casa Branca das decisões sobre juros e crescimento.
Nos bastidores, a escolha é vista como um movimento direto para influenciar o rumo da economia americana. Trump tem pressionado publicamente por cortes agressivos nas taxas de juros, buscando acelerar o crescimento — mesmo diante de alertas sobre possíveis efeitos inflacionários.
A escolha por Phelan não é por acaso. Ele já atuou como consultor do Fed de Minneapolis e construiu carreira acadêmica sólida, com formação pela Universidade Duke e doutorado pela Universidade de Chicago. Um perfil técnico, mas alinhado ao momento político.
A Casa Branca tratou de reforçar o peso da decisão. O porta-voz Kush Desai afirmou que Trump está montando “a equipe econômica mais experiente da história moderna” e classificou Phelan como peça-chave nesse contexto que engloba crises econômicas e fortalecimentos estratégicos em meio aos ataques ao Irã.
Enquanto isso, o então presidente interino do conselho, Pierre Yared, deixa o cargo e retorna à vida acadêmica.





