O caso envolvendo o roubo de materiais inéditos durante uma turnê de Beyoncé teve um novo desdobramento nos Estados Unidos. Um homem acusado de furtar arquivos e músicas inédicas da cantora durante a passagem da “Cowboy Carter Tour” por Atlanta decidiu se declarar culpado quase um ano após o crime.
Segundo as informações divulgadas pelo site TMZ, o acusado, identificado como Kelvin Evans, inicialmente havia negado participação no caso e recusado um acordo judicial. No entanto, ele voltou atrás na decisão, admitiu a invasão do veículo com o intuito de realizar o furto dos arquivos e abriu mão do julgamento, fazendo com que o processo avançasse diretamente para a definição da sentença.
O crime ocorreu dois dias antes de um show de Beyoncé em Atlanta, nos Estados Unidos. Investigadores apontam que câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito arrombou um SUV alugado por integrantes da equipe da artista. Dentro do veículo estavam equipamentos e um pen drive com músicas inéditasdacantora, materiais considerados estratégicos para a produção da turnê.
A detenção de Evans aconteceu em agostode 2025, após as denúncias feitas em julho pelo coreógrafo Christopher Grant e pelo dançarino Diandre Blue. Na ocasião, as vítimas relataram à polícia que o vidro traseiro de seu automóvel alugado foi destruído, resultando no furto de duas bagagens.
Cronologia após o crime
O desfecho da investigação sobre o furto ocorrido no veículo de aluguel de Grant e Blue levou tempo para se concretizar. Sete dias após o registro da queixa, o judiciário já havia autorizado a captura de um indivíduo, mas Evans só foi localizado e detido depois de várias semanas
O indiciamento formal dele como envolvido no crime só foi oficializado em setembro. A permanência do suspeito na unidade prisional encerrou-se em outubro de 2026, quando a justiça concedeu sua soltura após o depósito de US$ 20 mil como garantia financeira.
Sentença reduz pena após acordo judicial
Kelvin Evans poderia receber pena de até seis anos de prisão. Porém, após aceitar o acordo judicial, acabou condenado a dois anos de prisão e mais três anos em liberdade condicional.
A decisão também determina que ele mantenha distância das vítimas e do local onde ocorreu o crime. Investigadores ainda apontaram possível ligação do acusado com outros casos semelhantes de arrombamento de veículos.





