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“Unicórnio” existe e foi flagrado por cientistas em evento raro

Por Matheus Chaves
03/05/2026

Se você acha que unicórnios pertencem apenas ao universo da fantasia, a ciência mostrou que, ao menos no espaço, algo muito parecido existe, não como um animal mitológico, mas como um efeito visual raro gerado por fenômenos astronômicos reais.

De acordo com o Olhar Digital, esse “unicórnio” foi observado quando o cometa PanSTARRS (C/2025 R3) passou entre o Sol e a Terra, no domingo, 26, e criou uma configuração incomum que chamou a atenção de cientistas e observadores.

Nesse alinhamento, a cauda do cometa e sua coma (nuvem de gases ao redor do núcleo) assumem um formato alongado e luminoso, que pode lembrar visualmente um “chifre”, o que deu origem à comparação com um unicórnio.

Vale destacar que o registro foi realizado em uma missão conjunta entre a NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA), que utilizaram o coronógrafo C3, no Observatório Solar e Heliosférico (SOHO). O equipamente tem capacidade para bloquear a luz solar intensa e, assim, possibilitar a observação de cometas e outros objetos que passem próximos ao Sol.

Criança da anticauda do cometa
Passagem do cometa PanSTARRS (C/2025 R3) pelo Sol e criação de sua anticauda ao passar perto da estrela – Imagem: ESA/NASA/SOHO/LASCO

Como o fenômeno acontece

O mecanismo por trás desse efeito é baseado na interação entre luz solar e material do cometa. Quando o objeto se aproxima do Sol, o calor provoca a liberação de gases e partículas, formando uma cauda que sempre aponta na direção oposta à estrela.

Ao mesmo tempo, quando esse conjunto é visto da Terra em um ângulo específico, com o cometa posicionado entre o observador e o Sol, ocorre um efeito de iluminação que destaca essa estrutura de forma incomum.

Na prática, a luz atravessa e ilumina a poeira e os gases, criando uma silhueta mais definida e, em alguns casos, com aparência simétrica ou alongada.

Dificuldade de visualização

Segundo informações da NASA, o cometa passou a mais de 72 milhões de quilômetros da Terra. Mesmo sendo uma distância considerada pequena em uma escala espacial, a aproximação dele, com apenas 6 graus do Sol, algo considerado muito próximo, tornou a sua vizualização um grande desafio para os cientistas.

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Matheus Chaves

Matheus Chaves

Jornalista e produtor de conteúdo com mais de nove anos de experiência em comunicação digital, produção editorial e jornalismo online.

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