Avião cai na Flórida, e 11 sobreviventes passam 5 horas em alto-mar

Publicado em 14/05/2026, às 15h11
Operação da Guarda Costeira para resgatar passageiros de avião que caiu perto da Flórida, nos EUA, após 5 horas no mar, em 13 de maio de 2026 - Divulgação / Guarda Costeira dos Estados Unidos

g1

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Após "milagrosamente" sobreviver a uma queda de avião perto da Flórida, nos Estados Unidos, um grupo de 11 passageiros e tripulantes de um bimotor passou ainda cinco horas em alto-mar, sobre boias, segundo a Guarda Costeira dos EUA.

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Eles todos foram resgatados com vida, e as imagens do resgate foram registradas em vídeo.

O caso ocorreu na tarde de terça-feira (12). Segundo autoridades locais, o avião em que estava o grupo vinha das Bahamas e caiu a cerca de 130 quilômetros da costa da Flórida. A suspeita é que houve uma pane do motor.

A aeronave caiu então em alto-mar, e todos a bordo sobreviveram à queda.

"O fato de todas essas pessoas terem sobrevivido é um verdadeiro milagre", disse a major da Força Aérea Elizabeth Piowaty, comandante de uma das aeronaves envolvidas no resgate.

Durante a queda, o avião enviou um sinal de um localizador de emergência, recebido por autoridades locais. Por coincidência, um avião militar projetado para busca e resgate em combate estava no ar em uma missão de treinamento na região e se uniu à operação.

A major Elizabeth Piowaty, que estava no avião militar, disse que sua equipe avistou as boias com os sobreviventes. Como a aeronave não tinha no momento equipamentos para içar o grupo, militares lançaram um pacote de comida, água e flutuadores adicionais para sustentar os sobreviventes até que os socorristas pudessem alcançá-los na água.

Para complicar, uma tempestade se aproximava da costa da Flórida, segundo a Guarda Costeira. Mas socorristas da Guarda Costeira conseguiram chegar à tempo e resgataram os 11 adultos em um ponto próximo da cidade de Melbourne, na Flórida.

"Eles já estavam no bote há quase cinco horas. Dava para perceber só de olhar para eles que estavam angustiados", disse Rory Whipple, um oficial de resgate de combate da Força Aérea.

"Eles não tinham comunicações, então não sabiam que estávamos chegando até que estivéssemos bem em cima deles", acrescentou.

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