Anvisa suspende propaganda enganosa de suplementos alimentares

Publicado em 28/10/2026, às 14h23
Divulgação/Glicofit
Divulgação/Glicofit

Por Agência Brasil

A Anvisa suspendeu a propaganda dos suplementos Glifit e Glicofit, da Vita Nutriom, devido a alegações de saúde não aprovadas e enganosas, conforme publicado na Resolução-RE nº4224 em 26 de outubro de 2026.

As propagandas afirmavam benefícios como controle da glicose e melhora da sensibilidade à insulina, o que contraria a legislação que proíbe alegações não comprovadas para suplementos alimentares.

A Anvisa alertou que a publicidade enganosa é uma infração sanitária e um crime segundo o Código de Defesa do Consumidor, e as empresas não foram localizadas para comentar sobre a decisão.

Resumo gerado por IA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a propaganda dos suplementos alimentares em gotas Glifit e Glicofit, fabricados pela empresa Vita Nutriom Saúde & Bem Estar Ltda. A decisão foi publicada na Resolução-RE nº4224, de 26 de outubro de 2026.

Em nota, a agência reguladora informou que as propagandas dos produtos veiculadas na internet apresentam indicações terapêuticas, alegações funcionais e de saúde “não aprovadas e enganosas”. 

Entre as alegações citadas pela agência estão “O autêntico regulador de glicose”; “Controle rápido dos níveis de açúcar no sangue”; “Melhora a sensibilidade à insulina”; “Mantém o pâncreas limpo e funcional” e “Eliminando os picos de glicose”. 

“Quem faz publicidade enganosa comete infração sanitária e pratica crime previsto no Código de Defesa do Consumidor”, alertou a Anvisa.

O comunicado destaca ainda que a legislação sanitária brasileira proíbe que suplementos alimentares façam alegações como:

  • perda de peso (emagrecimento);
  • aumento do foco e da concentração;
  • aumento da imunidade;
  • melhora no desempenho sexual;
  • melhora de sintomas relacionados à tensão pré-menstrual ou à menopausa;
  • tratamento para doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson; para transtorno do espectro autista; para câncer; e para fibromialgia, entre outros.

O TNH1 não conseguiu contactar as empresas citadas, mas o espaço fica aberto para uma eventual manifestação.

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