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Auditores Fiscais do Trabalho participam de audiência sobre terceirização

11/07/16 - 18h00 - Atualizado em 11/07/16 - 18h03
Assessoria

O Auditor Fiscal do Trabalho em Alagoas, Elton Machado, representou nesta segunda, 11, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) e a Delegacia Sindical em Alagoas na Audiência Pública que abordou o Direito dos Trabalhadores com foco na Previdência Social, Trabalho Escravo, entre outros temas. A audiência foi realizada no Centro de Convenções de Maceió e foi uma proposta do Senador Paulo Paim, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal e do Deputado Estadual Ronaldo Medeiros.

Para o Auditor-Fiscal do Trabalho, Elton Machado, Chefe da Seção de Inspeção do Trabalho da SRTE, o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo senador Paulo Paim é muito importante. “As audiências públicas que estão sendo realizadas em todo o país pelo Senador Paulo Paim são  de muita relevância. Essa caravana vem debatendo não só a questão da terceirização, mas também sobre o trabalho escravo, o negociado sobre o legislado, PLP 257/16, combate à violência contra as mulheres, combate a todos os preconceitos e defesa da democracia.”, disse Machado.

Segundo Machado, existe uma possibilidade real que ocorram perdas significativas de direitos dos trabalhadores. “Trata-se de uma série de mudanças propostas na legislação que, com esse ambiente tumultuado pelo qual passa o Brasil, se não ficarmos vigilantes, os trabalhadores podem sim perder direitos conquistados com muito esforço.”, falou o auditor fiscal.

De acordo com o senador Paulo Paim, o objetivo desta audiência é debater a terceirização, trabalho escravo, reforma da previdência e o negociado sobre o legislado e o PLP 257/16. “Visitamos os 26 estados da nação mais o Distrito Federal na qual discutimos os temas desta audiência e estamos mobilizando a população para que o governo provisório não aprove a proposta de alteração da legislação que para nós é contra o trabalhador. Nosso objetivo final é não permitir a privatização da previdência como está sinalizado até o momento, que atualmente virou um puxadinho do ministério da fazenda.”, finalizou o senador.