O Comitê de Acompanhamento Técnico (CAT) concluiu uma nova fase de vistorias em 2.216 residências nas áreas afetadas pelo afundamento do solo em Maceió, com o objetivo de monitorar os impactos da subsidência causada pela mineração.
Das casas inspecionadas, 704 passaram por uma vistoria completa, enquanto 1.217 estavam desocupadas e 295 não permitiram a entrada das equipes, dificultando a coleta de dados sobre possíveis danos estruturais.
As vistorias são parte de um monitoramento contínuo e os resultados serão utilizados para elaborar um relatório final, que será divulgado no final de julho, visando entender a evolução do problema do afundamento.
O Comitê de Acompanhamento Técnico (CAT) finalizou mais uma etapa de vistorias em imóveis localizados nas áreas próximas aos bairros afetados pelo afundamento do solo em Maceió. Ao todo, 2.216 residências foram visitadas pelas equipes técnicas durante a campanha de inspeções.
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Deste total, 704 imóveis passaram por vistoria completa, com análises realizadas pelas equipes em campo para identificar possíveis patologias estruturais, como rachaduras, fissuras e outros sinais que possam ter relação com o fenômeno da subsidência provocado pela mineração.
Durante as visitas, 1.217 imóveis estavam sem moradores no momento da inspeção e, em outros 295 casos, os residentes não autorizaram a entrada das equipes técnicas para a realização das análises.
As vistorias fazem parte do monitoramento contínuo realizado pelo Comitê de Acompanhamento Técnico nas regiões próximas aos bairros afetados. O objetivo é acompanhar o comportamento do solo e verificar se houve avanço, estabilidade ou regressão do afundamento.
As inspeções são realizadas periodicamente por profissionais especializados, que coletam informações técnicas em campo para subsidiar os estudos e relatórios elaborados pelo Comitê. O relatório final será publicado no final do mês de julho.