Confira orientações de prevenção à saúde após restrição de lotes da Ypê

Ações de fiscalização devem ocorrer, exclusivamente, em relação aos produtos abrangidos pela resolução, que trata da proibição de comercialização dos lotes de numeração final 1

Publicado em 23/05/2026, às 13h49
Divulgação
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Por Assessoria

A Vigilância Sanitária de Maceió alerta sobre a proibição de uso e comercialização de produtos da marca Ypê com lotes de numeração final 1, devido a falhas de qualidade que representam riscos à saúde dos consumidores.

A Anvisa identificou problemas no controle de qualidade dos produtos, levando à necessidade de suspensão imediata do uso por parte dos consumidores e à comunicação com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa.

As ações de fiscalização devem focar na verificação dos produtos afetados e na orientação dos estabelecimentos, enquanto medidas adicionais, como recolhimento ou flexibilização das restrições, aguardam novas diretrizes da Anvisa.

Resumo gerado por IA

Com o objetivo de trazer informações e prevenir riscos à saúde da população, a Vigilância Sanitária (Visa) de Maceió orienta aos estabelecimentos comerciais, distribuidores e demais setores envolvidos a necessidade de cumprimento das orientações relacionadas à RE nº 1.834/2026, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que trata da proibição de uso, distribuição e comercialização dos lotes de numeração final 1 de produtos da marca Ypê.

O órgão também orienta aos consumidores que possuem o lote possivelmente contaminado que suspendam imediatamente o uso e entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa.

“Trata-se de algo muito sério, pois, segundo a Anvisa, foram encontradas falhas no sistema de garantia de qualidade, produção e controle de qualidade, representando riscos sanitários aos consumidores. Por isso, é importante que os consumidores fiquem atentos aos produtos do lote de numeração final 1 e, caso tenha, suspenda o uso imediatamente”, enfatizou o chefe especial da Visa, Airton Santos.

Orientações da Anvisa

Durante reunião técnica de alinhamento com a Anvisa, foram repassadas orientações para atuação dos órgãos de fiscalização, destacando que as ações devem ocorrer, exclusivamente, em relação aos produtos abrangidos pela resolução, observando rigorosamente os lotes e linhas especificadas na medida cautelar, sem ampliar a aplicação para outros produtos da marca que não estejam contemplados na normativa.

“As ações locais devem priorizar a verificação da presença dos produtos atingidos pela medida, a orientação aos estabelecimentos, o acompanhamento da segregação dos itens, o monitoramento do cumprimento das restrições sanitárias e a comunicação de eventuais irregularidades identificadas”, explicou o chefe especial da Visa, Airton Santos.

Ele ainda ressaltou que, neste momento, não deve haver apreensão dos produtos, considerando que o efeito suspensivo da medida permanece mantido. “Outras medidas como recolhimento definitivo, destinação dos produtos ou eventual flexibilização das restrições, dependerão de orientações complementares da Anvisa, considerando que a análise regulatória segue em andamento”, completou.

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